su
mount -o remount,rw -t yaffs2 /dev/block/mtdblock1 /system
cat /sdcard/flash_image > /system/bin/flash_image
chmod 755 /system/bin/flash_image
mv /system/etc/install-recovery.sh /system/etc/install-recovery.sh.bak
mount -o remount,ro -t yaffs2 /dev/block/mtdblock1 /system
flash_image recovery /sdcard/recovery-RA-GNM-thunderg-1.1.0.img
reboot recovery
blog dos testes
quarta-feira, 29 de junho de 2011
domingo, 21 de fevereiro de 2010
[caption id="attachment_624" align="aligncenter" width="300" caption="Dragon Age"]
[/caption]
Ah, Dragon Age: Origins. Definitivamente mereceu os prêmios que conquistou (dentre eles RPG do Ano, Jogo do Ano para PC e Melhor História) e neste post venho a explicar como uma aventura aparentemente comum torna-se a viagem mais épica já retratada em termos de um CRPG medieval. Claro, temos Mount and Blade, mas em termos de RPG? Dragon Age: Origins é a opção mais correta se você estiver procurando horas e horas de pura emoção, tensão, batalhas, traições e romances.
[caption id="" align="aligncenter" width="439" caption="Archdemon"]
[/caption]
Você será conhecido, durate sua aventura, como The Warden, porém o verdadeiro início de sua aventura pode se dar em localidades diversas, uma vez que existem seis inícios diferentes, de modo que você não tem como concluir "100%" do jogo logo de cara. Os finais, bem como romances e determinadas decisões, são bem diferentes entre si também. Durante sua árdua jornada você auxilia na escolha de reis, decide o destino de raças e até mesmo se "mete" entre guerras de "facções" que duram séculos. Tudo isso enquanto luta contra a terrível ameaça do Archdemon, que guiou as criaturas chamadas de Darkspawn para a superfície. Veja, originalmente eles permanecem por séculos cavando e procurando por um guia, um líder no subterrâneo, perto das cidades anãs (os mesmos lutam contra Darkspawns numa base praticamente diária). Você enfrenta o que é a 4ª invasão, ou Blight, e tem por dever impedir a mesma antes que ela comece. Parece um desafio complicado, não? Acredite. É mais que isso.
[caption id="" align="aligncenter" width="461" caption="Você está em Ferelden, canto inferior direito."]
[/caption]
A área do jogo se restringe a Ferelden, embora até isso seja muita coisa. Como pode-se notar, o mapa do local onde o jogo (como um todo) se passa é enorme, e como Dragon Age está apenas em seu tenro começo (assim todos nós acreditamos), podemos esperar muito chão para se andar. Se bem que, em Dragon Age: Origins o que não falta é chão. Caminhando de cidades grandiosas a florestas élficas, passando pelo majestoso reino subterrâneo dos anões e subindo por torres e fortes tomados por demônios, certamente você irá querer parar para descansar de vez em quando. Sim, é uma jornada cansativa. Agora, onde descansar de modo correto? Você poderia tentar uma taverna, mas raramente há como descansar de fato em uma. Para dormir e recuperar suas energias, existe o acampamento (localizado no canto superior direito do World Map quando você abrir o mesmo para viajar), lugar aparentemente imune aos ataques de Darkspawn. É também um excelente lugar para convesar com seus companheiros de time, criar laços etc. Isso é extremamente importante, uma vez que quanto mais eles gostarem de você, mais bônus eles ganham. Tenha em mente que suas decisões nem sempre agradam a todos, portanto pondere com cuidado.
[caption id="" align="aligncenter" width="459" caption="Orzammar, capital anã em Ferelden - Concept Art"]
[/caption]
Sobre os gráficos de Dragon Age: Origins não há muito o que dizer, são bons, de fato. A riqueza deste jogo (graficamente falando), porém, encontra-se nos detalhes do ambiente. Cada mapa foi pensado de modo a se encaixar com a população que lá habita. Certo, todo jogo deve ser assim, mas em DA:O há um "quê" especial, de modo que você começa sem saber praticamente nada de nada. Com o passar do tempo, cada observação de itens/locais culturalmente importantes, como marcas na parede de Orzammar, estátuas de divindades élficas ou livros espalhados poraí adicionam-se ao seu Codex (além de uma quantidade de experiência). Isto ajuda muito a enriquecer o ambiente de DA:O, de tal forma que você realmente se sente vivendo naquele país agora devastado por monstros, demônios e aberrações.
[caption id="" align="aligncenter" width="467" caption="High Dragon"]
[/caption]
Agora, o combate... Bem, quem já jogou um jogo da Bioware tem uma certa noção de como é o combate em todos eles. Sim, houve uma evolução meio brusca (porém positiva) no mesmo e creio que DA:O possui o melhor sistema de combate dentre os RPGs da Bioware. Sim, na versão 1.00 existem uns bugs (como uma quase-invencibilidade para Arcane Warriors), mas nada que não tenha sido consertado em updates. As lutas são sempre em tempo-real, porém você pode "pausar" as mesmas e coordenar as ações de seu grupo, ou controlar um membro do grupo. Para os que pensam que o jogo é um bom "hack'n slash", enganam-se. Os combates são muito mais estratégicos, mas isto não tira em nada a diversão de DA:O. Quanto as classes, bem, basicamente existem 3. Porém, cada personagem pode ter até 2 das 4 especializações, tornando o jogo ligeiramente variado.
[caption id="" align="aligncenter" width="469" caption="Templar VS. Demon"]
[/caption]
A trilha sonora é incrível, sem mais. Como um filme, a mesma muda em momentos-chave de modo que você realmente sente a emoção do momento. Exceto, claro, se estiver jogando por jogar. Com centenas de horas necessárias para se completar o jogo com 100%, Dragon Age: Origins é um dos RPGs que entrou para a lista dos "necessários" (como quase todos da Bioware), realmente parecendo um "sucessor" de Baldur's Gate 2. Realmente merecedor do prêmio "PC Game of the Year - 2009", Dragon Age: Origins é uma de minhas muitas recomendações para amantes de RPGs com boas histórias e diálogos.
Ah, Dragon Age: Origins. Definitivamente mereceu os prêmios que conquistou (dentre eles RPG do Ano, Jogo do Ano para PC e Melhor História) e neste post venho a explicar como uma aventura aparentemente comum torna-se a viagem mais épica já retratada em termos de um CRPG medieval. Claro, temos Mount and Blade, mas em termos de RPG? Dragon Age: Origins é a opção mais correta se você estiver procurando horas e horas de pura emoção, tensão, batalhas, traições e romances.
[caption id="" align="aligncenter" width="439" caption="Archdemon"]
Você será conhecido, durate sua aventura, como The Warden, porém o verdadeiro início de sua aventura pode se dar em localidades diversas, uma vez que existem seis inícios diferentes, de modo que você não tem como concluir "100%" do jogo logo de cara. Os finais, bem como romances e determinadas decisões, são bem diferentes entre si também. Durante sua árdua jornada você auxilia na escolha de reis, decide o destino de raças e até mesmo se "mete" entre guerras de "facções" que duram séculos. Tudo isso enquanto luta contra a terrível ameaça do Archdemon, que guiou as criaturas chamadas de Darkspawn para a superfície. Veja, originalmente eles permanecem por séculos cavando e procurando por um guia, um líder no subterrâneo, perto das cidades anãs (os mesmos lutam contra Darkspawns numa base praticamente diária). Você enfrenta o que é a 4ª invasão, ou Blight, e tem por dever impedir a mesma antes que ela comece. Parece um desafio complicado, não? Acredite. É mais que isso.
[caption id="" align="aligncenter" width="461" caption="Você está em Ferelden, canto inferior direito."]
A área do jogo se restringe a Ferelden, embora até isso seja muita coisa. Como pode-se notar, o mapa do local onde o jogo (como um todo) se passa é enorme, e como Dragon Age está apenas em seu tenro começo (assim todos nós acreditamos), podemos esperar muito chão para se andar. Se bem que, em Dragon Age: Origins o que não falta é chão. Caminhando de cidades grandiosas a florestas élficas, passando pelo majestoso reino subterrâneo dos anões e subindo por torres e fortes tomados por demônios, certamente você irá querer parar para descansar de vez em quando. Sim, é uma jornada cansativa. Agora, onde descansar de modo correto? Você poderia tentar uma taverna, mas raramente há como descansar de fato em uma. Para dormir e recuperar suas energias, existe o acampamento (localizado no canto superior direito do World Map quando você abrir o mesmo para viajar), lugar aparentemente imune aos ataques de Darkspawn. É também um excelente lugar para convesar com seus companheiros de time, criar laços etc. Isso é extremamente importante, uma vez que quanto mais eles gostarem de você, mais bônus eles ganham. Tenha em mente que suas decisões nem sempre agradam a todos, portanto pondere com cuidado.
[caption id="" align="aligncenter" width="459" caption="Orzammar, capital anã em Ferelden - Concept Art"]
Sobre os gráficos de Dragon Age: Origins não há muito o que dizer, são bons, de fato. A riqueza deste jogo (graficamente falando), porém, encontra-se nos detalhes do ambiente. Cada mapa foi pensado de modo a se encaixar com a população que lá habita. Certo, todo jogo deve ser assim, mas em DA:O há um "quê" especial, de modo que você começa sem saber praticamente nada de nada. Com o passar do tempo, cada observação de itens/locais culturalmente importantes, como marcas na parede de Orzammar, estátuas de divindades élficas ou livros espalhados poraí adicionam-se ao seu Codex (além de uma quantidade de experiência). Isto ajuda muito a enriquecer o ambiente de DA:O, de tal forma que você realmente se sente vivendo naquele país agora devastado por monstros, demônios e aberrações.
[caption id="" align="aligncenter" width="467" caption="High Dragon"]
Agora, o combate... Bem, quem já jogou um jogo da Bioware tem uma certa noção de como é o combate em todos eles. Sim, houve uma evolução meio brusca (porém positiva) no mesmo e creio que DA:O possui o melhor sistema de combate dentre os RPGs da Bioware. Sim, na versão 1.00 existem uns bugs (como uma quase-invencibilidade para Arcane Warriors), mas nada que não tenha sido consertado em updates. As lutas são sempre em tempo-real, porém você pode "pausar" as mesmas e coordenar as ações de seu grupo, ou controlar um membro do grupo. Para os que pensam que o jogo é um bom "hack'n slash", enganam-se. Os combates são muito mais estratégicos, mas isto não tira em nada a diversão de DA:O. Quanto as classes, bem, basicamente existem 3. Porém, cada personagem pode ter até 2 das 4 especializações, tornando o jogo ligeiramente variado.
[caption id="" align="aligncenter" width="469" caption="Templar VS. Demon"]
A trilha sonora é incrível, sem mais. Como um filme, a mesma muda em momentos-chave de modo que você realmente sente a emoção do momento. Exceto, claro, se estiver jogando por jogar. Com centenas de horas necessárias para se completar o jogo com 100%, Dragon Age: Origins é um dos RPGs que entrou para a lista dos "necessários" (como quase todos da Bioware), realmente parecendo um "sucessor" de Baldur's Gate 2. Realmente merecedor do prêmio "PC Game of the Year - 2009", Dragon Age: Origins é uma de minhas muitas recomendações para amantes de RPGs com boas histórias e diálogos.
Tentando conseguir 100% de DA:O,
Amortax.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
[caption id="" align="aligncenter" width="384" caption="Castle Crashers."]
[/caption]
Ah, jogos multiplayer. Embora muitos gostem de "mergulhar" em jogos sem ninguém por perto, não há quem resista a magia e o encanto em se jogar com outras pessoas. Seja de modo completamente aleatório, com pessoas que nem conhece, ou um amistoso entre velhos amigos, jogos multiplayer são sensacionais. Quem não gosta de dar um "headshot" e ouvir uma exclamação de injúria (ou pior) da pobre vítima? Aqui, irei dissertar sobre os jogos que fizeram minha alegria pessoal em multiplayer e, creio eu, a alegria de muitas pessoas ao redor do mundo. São muitos, mas tentarei me focar nos que possuem um maior potencial de... Divertimento, por assim dizer. Nesta primeira parte, apenas os saudosos jogos do bom e velho Nintendo 64. Mesmo limitando, são muitos jogos, então vamos lá, caros jogadores de plantão!
[caption id="" align="aligncenter" width="403" caption="Super Smash Bros."]
[/caption]
Ah, Super Smash Bros. Um dos meus primeiros jogos para Nintendo 64, e um jogo que não me cansa nunca. Super Smash Bros. foi um "golpe" genial da Nintendo, que resolveu juntar seus personagens mais consagrados em um "quebra-pau" generalizado. E como funcionou, como funcionou! Recomendo fortemente que o(a) leitor(a) arranje 3 amigos(as) e caia na porrada, pois diversão é o que não falta! Um dos melhores jogos para se esbaldar no multiplayer, Super Smash Bros. possui estágios tematizados de acordo com seus personagens, portanto espere brigas de proporções épicas no meio de corridas do mundo de F-Zero, no castelo de Hyrule e até mesmo em cima da nave de Star Fox. Se eu fosse você, agendaria a sessão de porradaria o mais cedo possível.
[caption id="" align="aligncenter" width="378" caption="Conker's Bad Fur Day"]
[/caption]
Como single-player, Conker's Bad Fur Day impressiona. Conker, para os que não conhecem, é personagem de jogos sempre fofos e carismáticos, voltados para crianças (vide Conker's Pocket Tales), e estrela neste jogo como um esquilo alcóolatra, violento, machista e lotado de humor-negro. Um prato cheio para muitos jogadores. Como o primeiro jogo da Nintendo a ter uma faixa-etária de exclusiva para adultos (18+), Conker's Bad Fur Day conta com um sistema de multiplayer impressionante. Não pelos modos, pois muitos de nós estamos familiarizados com Capture the Flag, mini-games de corrida (em skates-a-jato em cima da lava, mas mesmo assim) e afins, mas não com sangue excessivo e ação em terceira pessoa frenética. Não no Nintendo 64, não naquela época. Certamente, um dos jogos com o Multiplayer mais divertido de todos os tempos. Esperando um convite para o mundo obscuro e perverso, porém colorido de Conker's Bad Fur Day? Sinta-se convidado.
[caption id="" align="aligncenter" width="384" caption="Mario Kart 64"]
[/caption]
Mario Kart 64, um clássico dos jogos de corrida até hoje! Muitos já profanaram injúrias (justas, por sinal) ao receber um casco vermelho na traseira, ao ser ultrapassado (ou até mesmo atropelado, vide estrela) ou até mesmo ao receber o tão temido casco azul (que persegue o primeiro colocado e literalmente explode nele). Mario Kart 64 é alegria garantida, e um dos primeiros jogos da Nintendo a iniciar a onda de "esportes Nintendísticos", onde vários personagens da Nintendo se juntam em algum tipo de esporte (corrida, futebol, tênis, golfe e afins), sempre gerando competições acirradas e memoráveis, principalmente se seus amigos participarem. Como mais um dos inúmeros jogos de multiplayer "necessários" na vida de qualquer jogador, Mario Kart 64 atinge a diversão, em alta velocidade!
[caption id="" align="aligncenter" width="333" caption="Goldeneye 007"]
[/caption]
Goldeneye inovou com seu multiplayer dinâmico, transformando os FPSs de consoles como conhecemos hoje em dia. Inicialmente era só mais um jogo baseado em mais um filme (excelente filme, se me permitem) e que ia ser mais um entre dezenas. Porém, com a adição do modo multiplayer, Goldeneye tornou-se um ícone dos jogos de tiro em primeira pessoa, trazendo muita diversão com seus 8 personagens (25 extras que são liberados conforme você joga) e inúmeras armas. Embora o controle do Nintendo 64 (famoso moedor de ossos) não seja lá essas coisas para se jogar algo "intenso" como Goldeneye (ou seu sucessor espiritual, Perfect Dark), os comandos e a jogabilidade não são alterados de forma alguma pelo mesmo. Pelo menos não de forma negativa. Ah sim, muito cuidado com a pistola de ouro.
[caption id="" align="aligncenter" width="372" caption="Mario Party 3"]
[/caption]
Como alguém pode se esquecer de Mario Party? Primeiro jogo da série a ter um modo de campanha (Story Mode), Mario Party 3 é diversão na certa. A terceira edição da "saga" conta com 70 novos mini-games que certamente farão suas mãos sangrarem enquanto deixam um sorriso em seu rosto. O jogo em si consiste num tabuleiro onde você rola o dado e avança as casas. Chegar a casa final é seu objetivo. Simples, não? Espere até ver a quantidade de itens existentes em Mario Party 3. Em sua maioria usados para ajudar (ou atrapalhar) seus adversários, Mario Party 3 é um excelente jogo para se jogar com a família ou amigos, num clima mais "light" e relaxado.
[caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Perfect Dark"]
[/caption]
Aqui. Perfect Dark. Um dos melhores jogos de tiro em primeira pessoa existentes, até hoje. Certamente o foi na época. Em sua linha cronológica, é o último da série (com o primeiro sendo Perfect Dark Zero, para XBox 360), mas foi o primeiro a ser lançado. Se Goldeneye foi um marco nos jogos de tiro em primeira pessoa, Perfect Dark foi outro, sem dúvida. Não só o enredo sensacional, a jogabilidade melhorada ("emprestada" de Goldeneye) e as armas criativas (desde laptops que viram metralhadoras automáticas até rifles franco-atiradores com mira de raio-x), mas também os personagens em si, Perfect Dark é um jogo soberbo. Vale frisar que o jogo conta com inúmeros personagens e mapas bem interessantes e bem-feitos, assim como alguns mapas de Goldeneye. Sinceramente, não canso de jogar o multiplayer de Perfect Dark, é algo incrível, cheio de adrenalina, tensão e risadas. Mais uma pérola da Rare, Perfect Dark também merece ser jogado até que você esteja exausto.
por Amortax
Ah, jogos multiplayer. Embora muitos gostem de "mergulhar" em jogos sem ninguém por perto, não há quem resista a magia e o encanto em se jogar com outras pessoas. Seja de modo completamente aleatório, com pessoas que nem conhece, ou um amistoso entre velhos amigos, jogos multiplayer são sensacionais. Quem não gosta de dar um "headshot" e ouvir uma exclamação de injúria (ou pior) da pobre vítima? Aqui, irei dissertar sobre os jogos que fizeram minha alegria pessoal em multiplayer e, creio eu, a alegria de muitas pessoas ao redor do mundo. São muitos, mas tentarei me focar nos que possuem um maior potencial de... Divertimento, por assim dizer. Nesta primeira parte, apenas os saudosos jogos do bom e velho Nintendo 64. Mesmo limitando, são muitos jogos, então vamos lá, caros jogadores de plantão!
[caption id="" align="aligncenter" width="403" caption="Super Smash Bros."]
Ah, Super Smash Bros. Um dos meus primeiros jogos para Nintendo 64, e um jogo que não me cansa nunca. Super Smash Bros. foi um "golpe" genial da Nintendo, que resolveu juntar seus personagens mais consagrados em um "quebra-pau" generalizado. E como funcionou, como funcionou! Recomendo fortemente que o(a) leitor(a) arranje 3 amigos(as) e caia na porrada, pois diversão é o que não falta! Um dos melhores jogos para se esbaldar no multiplayer, Super Smash Bros. possui estágios tematizados de acordo com seus personagens, portanto espere brigas de proporções épicas no meio de corridas do mundo de F-Zero, no castelo de Hyrule e até mesmo em cima da nave de Star Fox. Se eu fosse você, agendaria a sessão de porradaria o mais cedo possível.
[caption id="" align="aligncenter" width="378" caption="Conker's Bad Fur Day"]
Como single-player, Conker's Bad Fur Day impressiona. Conker, para os que não conhecem, é personagem de jogos sempre fofos e carismáticos, voltados para crianças (vide Conker's Pocket Tales), e estrela neste jogo como um esquilo alcóolatra, violento, machista e lotado de humor-negro. Um prato cheio para muitos jogadores. Como o primeiro jogo da Nintendo a ter uma faixa-etária de exclusiva para adultos (18+), Conker's Bad Fur Day conta com um sistema de multiplayer impressionante. Não pelos modos, pois muitos de nós estamos familiarizados com Capture the Flag, mini-games de corrida (em skates-a-jato em cima da lava, mas mesmo assim) e afins, mas não com sangue excessivo e ação em terceira pessoa frenética. Não no Nintendo 64, não naquela época. Certamente, um dos jogos com o Multiplayer mais divertido de todos os tempos. Esperando um convite para o mundo obscuro e perverso, porém colorido de Conker's Bad Fur Day? Sinta-se convidado.
[caption id="" align="aligncenter" width="384" caption="Mario Kart 64"]
Mario Kart 64, um clássico dos jogos de corrida até hoje! Muitos já profanaram injúrias (justas, por sinal) ao receber um casco vermelho na traseira, ao ser ultrapassado (ou até mesmo atropelado, vide estrela) ou até mesmo ao receber o tão temido casco azul (que persegue o primeiro colocado e literalmente explode nele). Mario Kart 64 é alegria garantida, e um dos primeiros jogos da Nintendo a iniciar a onda de "esportes Nintendísticos", onde vários personagens da Nintendo se juntam em algum tipo de esporte (corrida, futebol, tênis, golfe e afins), sempre gerando competições acirradas e memoráveis, principalmente se seus amigos participarem. Como mais um dos inúmeros jogos de multiplayer "necessários" na vida de qualquer jogador, Mario Kart 64 atinge a diversão, em alta velocidade!
[caption id="" align="aligncenter" width="333" caption="Goldeneye 007"]
Goldeneye inovou com seu multiplayer dinâmico, transformando os FPSs de consoles como conhecemos hoje em dia. Inicialmente era só mais um jogo baseado em mais um filme (excelente filme, se me permitem) e que ia ser mais um entre dezenas. Porém, com a adição do modo multiplayer, Goldeneye tornou-se um ícone dos jogos de tiro em primeira pessoa, trazendo muita diversão com seus 8 personagens (25 extras que são liberados conforme você joga) e inúmeras armas. Embora o controle do Nintendo 64 (famoso moedor de ossos) não seja lá essas coisas para se jogar algo "intenso" como Goldeneye (ou seu sucessor espiritual, Perfect Dark), os comandos e a jogabilidade não são alterados de forma alguma pelo mesmo. Pelo menos não de forma negativa. Ah sim, muito cuidado com a pistola de ouro.
[caption id="" align="aligncenter" width="372" caption="Mario Party 3"]
Como alguém pode se esquecer de Mario Party? Primeiro jogo da série a ter um modo de campanha (Story Mode), Mario Party 3 é diversão na certa. A terceira edição da "saga" conta com 70 novos mini-games que certamente farão suas mãos sangrarem enquanto deixam um sorriso em seu rosto. O jogo em si consiste num tabuleiro onde você rola o dado e avança as casas. Chegar a casa final é seu objetivo. Simples, não? Espere até ver a quantidade de itens existentes em Mario Party 3. Em sua maioria usados para ajudar (ou atrapalhar) seus adversários, Mario Party 3 é um excelente jogo para se jogar com a família ou amigos, num clima mais "light" e relaxado.
[caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Perfect Dark"]
Aqui. Perfect Dark. Um dos melhores jogos de tiro em primeira pessoa existentes, até hoje. Certamente o foi na época. Em sua linha cronológica, é o último da série (com o primeiro sendo Perfect Dark Zero, para XBox 360), mas foi o primeiro a ser lançado. Se Goldeneye foi um marco nos jogos de tiro em primeira pessoa, Perfect Dark foi outro, sem dúvida. Não só o enredo sensacional, a jogabilidade melhorada ("emprestada" de Goldeneye) e as armas criativas (desde laptops que viram metralhadoras automáticas até rifles franco-atiradores com mira de raio-x), mas também os personagens em si, Perfect Dark é um jogo soberbo. Vale frisar que o jogo conta com inúmeros personagens e mapas bem interessantes e bem-feitos, assim como alguns mapas de Goldeneye. Sinceramente, não canso de jogar o multiplayer de Perfect Dark, é algo incrível, cheio de adrenalina, tensão e risadas. Mais uma pérola da Rare, Perfect Dark também merece ser jogado até que você esteja exausto.
Por agora só estes poucos, porém incríveis jogos mesmo. Na próxima edição, jogos que não podem faltar numa LAN-Party!
Amortax
domingo, 27 de dezembro de 2009
Por Marcelo.
2009 foi um ano de grandes lançamentos musicais - em quantidade e qualidade. Eu como sou curioso acabo por ouvir desde os lançamentos esperados a tudo que vejo pela frente e imagino ter uma chance de ser interessante, o que não raramente me traz boas surpresas. Mas esse ano acabou sendo mais do que o normal, pois é de longe o ano que mais tenho produções sonográficas para desfrutar.
O certo seria eu fazer um review decente e exclusivo para cada álbum, mas como tenho preguiça, acabo deixando pro final do ano. Mas ano que vem tentarei mudar! (já disse isso algumas vezes) Então, como tá tudo aí, não farei resenhas muito completas.
Resolvi então escrever sobre tais lançamentos. Como tem muita coisa e não tenho forças pra falar de tudo, resolvi fazer primeiramente um Top 18 dos melhores do ano, e adiante mais alguns comentários diversos. Por que 18? Porque deveria ser um Top 20, mas fiquei com preguiça de escrever sobre os dois últimos... (a saber, seriam: Diablo Swing Orchestra - Sing Along Songs for the Damned & Delirious, e Hollerado - Record in a Bag)
Comecemos pelo ranking. Não foi difícil fazê-lo. Seria difícil se eu fosse realmente ouvir tudo com cautela, avaliar cada ponto, ver os defeitos. Foi uma ordem feita casualmente, seguindo o que meu gosto diz. Portanto não é algo pra ser realmente levado a sério, até porque eu mesmo fico em dúvida com certas posições (por exemplo, qualquer um dos cinco primeiros poderia ocupar a primeira posição; tudo depende do meu humor). Além disso, música é algo que se gosta aos poucos. Um álbum que eu não tenha dado a devida atenção (ou sequer conheça) pode ser o primeiro daqui uns anos... Portanto, não leve a ordem tão a sério.
[caption id="attachment_343" align="alignleft" width="279" caption=""I still haven't found what i'm looking for""]
18. U2 - No Line On The Horizon
Eu esperava bem mais desse novo do iu tiu. Não sou um grande fã deles, mas apesar de tentar acabei por não simpatizando muito com esse álbum no geral. Ainda mais de todo o blábláblá por cima do álbum antes de seu lançamento (ohhhhh fomos pra Ìndia ou whatever, fizemos sexo tântrico com os nativos e aprendemos técnicas milenares de música, estamos muito inspirados e vai ser o melhor álbum de todos os tempos). Mas há bons momentos: No Line On The Horizon, que tem uma sonoridade mais alternativa e ficou legal, Unknown Caller, I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight. Simpatizo também com o primeiro single, Get On Your Boots, música direta e divertida. Mas o maior destaque realmente é Magnificent, grande música.
17. Joe Perry - Have Guitar, Will Travel
Outro álbum que eu esperava muito mais é este, que é o segundo solo do
Conheci o Queensrÿche apenas esse ano (o que me fez perder o show deles aqui ano passado, que dificilmente se repetirá, devido ao minúsculo público lá presente), mas devia tê-lo feito antes, pois é uma grande banda. Não conheci a fundo ainda, na verdade, mas chegarei lá. Porém eles estavam capengando, vindo do decepcionante Operation: Mindcrime II, de 2006. Se conseguiram superar esse antecessor? Certamente. Mas não produziram nenhum novo clássico; longe disso. O álbum é irregular, dividindo grandes momentos (Sliver, Unafraid e principalmente Man Down!) com algumas coisas de qualidade duvidosa (The Voice, Remember Me, Home Again).
15. The Black Crowes - Before the Frost...
Definitivamente o The Black Crowes não é a mesma banda dos primeiros álbuns. No lugar das músicas divertidas e com guitarra forte, hoje predominam arranjos mais leves, mais violões e piano. Mas a qualidade continua! Apesar de eu não ter simpatizado de imediato com este novo álbum (assim como o anterior, Warpaint), aos poucos fui acalmando e encontrando boas músicas. Esse álbum (assim como o outro lançado ao mesmo tempo, ... Until The Freeze, que não se encontra nesse top) foi gravado ao vivo em estúdio, para uma pequena platéia. Seria difícil perceber isso, não fossem os sons da platéia ao final de cada música, pois a qualidade é realmente boa e você imagina ser um álbum normal de estúdio. Observando todos os detalhes das músicas, percebe-se mais ainda como o álbum é bem feito. É um disco legal de se ouvir em qualquer momento, devido ao seu clima leve. Destaques para Been A Long Time (Waiting On Love), Good Morning Captain, Houston Don't Dream About Me e, principalmente, I Ain't Hiding.
14. Gotthard - Need To Believe
O Gotthard é uma banda padrão. Desde 99 eles lançaram álbuns em todos os
13. Lynyrd Skynyrd - God & Guns
Eu fiquei com um pé atrás antes de conferir esse lançamento do Lynyrd Skynyrd, pois eu tenho um certo receio de bandas que mudam sua formação como mudam de roupa (do atual Lynyrd Skynyrd, apenas um membro é do line-up original), e também porque achava que a banda já deu o que tinha que dar. Porém eu fiz bem ao ouvir o álbum, pois é muito bom! De fato é diferente da banda que fez sucesso nos anos 60 e 70. Variando desde músicas mais leves (acho que é isso que chamam de southern rock) como Still Unbroken, Southern Ways e That Ain't My America, até estilos mais festivos e próximos do hard rock, como Skynyrd Nation e Comin' Back For More. Enfim, qualquer que seja o estilo, o que importa é que o álbum é de grande qualidade, valendo sem dúvida a ouvida.
12. Bruce Springsteen - Working on a Dream
Brução Springsteen, o The Boss, vem fazendo nessa década uma carreira fenomenal: os álbuns The Rising, Devils & Dust, We Shall Overcome e Magic são todos excelentes. E para encerrar a década, ele solta mais um: Working on a Dream. Talvez não seja tão bom quanto os anteriores (de fato, fica atrás do anterior, o excepcional Magic), mas é ainda assim uma grande produção. Os maiores destaques do álbum ficam em suas extremidades: o ínício com a épica Outlaw Pete e o encerramento com a bonus track The Wrestler, música-tema do filme O Lutador, que rendeu o Globo de Ouro a Springsteen. O álbum tem alguns momentos baixos (Kingdom of Days, The Last Carnival), mas em geral é coeso e passeia por vários momentos: as belas e calmas Working on a Dream e Tommorow Never Knows, as animadas My Lucky Day e Good Eye. Enfim, um belo álbum acrescentado à já formidável discografia do Boss.
BÔNUS: Outlaw Pete possui uma grande semelhança com I Was Made For Lovin' You, do Kiss.
11. The Answer - Everyday Demons
The Answer é uma das bandas mais decentes surgidas nos últimos anos. A banda vem da Irlanda do Norte e estreou em 2006 com o grande álbum Rise. Seu estilo: hard rock do mais simples e direto, com influências de blues, lembrando às vezes os primórdios do The Black Crowes. E tanto como esse novo álbum como o de 2006 mantém essa qualidade do início ao fim. Essa banda certamente tem futuro, e fico fortemente no aguardo dos próximos lançamentos. Difícil fazer destaques nesse álbum excelente, mas para citar algumas ficam as violentas Dead Of The Night, Too Far Gone, e a saideira Evil Man.
10. Wolfmother - Cosmic Egg
O Lobomãe surgiu em 2005 com um grande debut e logo se tornou famoso. Ok, um monte de banda faz isso, restava aguardar pelo segundo álbum pra ver como ficava. Porém a banda teve problemas, trocou uns integrantes e o escambau, e enfim esse ano saiu o novo álbum: Cosmig Egg. Assim como o nome estranho, também é a música do Wolfmother. Com seus timbres de guitarra alternativos e a voz bizarra do vocalista Andrew Stockdale, a banda seguiu a premissa do primeiro álbum e não decepcionou. Com a adição de um novo guitarrista as músicas tomaram um certo peso, o que é percebido em várias músicas. E falando em várias músicas, o álbum conta com 16 faixas em sua edição expandida. E o principal é que basicamente não há músicas ruins no álbum. Mas há de se destacar: New Moon Rising, Cosmonaut, a faixa-título, White Feather, entre outras. Um álbum pra ser apreciado do começo ao fim. E que Stockdale e cia. continuem na ativa.
9. Megadeth - Endgame
Ano passado o Metálica voltou a ativa e lançou o decente Death Magnetic. Faltava, então, ver o que o Megadéti faria em reação a isso. Pois saiu o aguardado Endgame, e foi uma resposta a altura. Apesar de eu particularmente preferir o álbum do Metallica, este aqui é uma bela aula de metal nervoso from hell. O álbum começa com a instrumental e absurdamente foda Dialectic Chaos, e então emenda com a mesma potência em This Day We Fight!. Que sequência, caros, que sequência. Aqui já se percebia que O Megadeth tinha voltado a fazer coisas boas, o que tinha ensaiado no disco anterior, United Abominations. O álbum segue em alto nível com 44 Minutes e 1,320, e conta com mais petardos como How The Story Ends e The Right To Go Insane. Mas o destaque absoluto é Head Crusher. Cara, que música. Vou nem falar nada. HEAD CRUSHER.
BÔNUS: Dave Mustaine se parece cada dia mais com Renata Sorrah.
[caption id="attachment_350" align="aligncenter" width="497" caption="Medo! D:"]
[caption id="attachment_352" align="alignleft" width="268" caption="Rua Richie Sambora, na sua cidade natal"]
8. Bon Jovi - The Circle
Não importa o quanto eu fale dos outros álbuns, sejam acima ou abaixo deste no ranking, no final o que eu mais ouvi dessa lista foi o do Bom Jovem. :D No geral eu gostei dele, acho que é melhor que o anterior, Lost Highway, mas não tem chance de se tornar um novo clássico ou qualquer coisa assim que sempre dizem quando eles lançam um álbum novo. Eu duvido fortemente que algum dia lancem algo que chegue perto dos quatro eternos (Slippery, Jersey, Faith, These Days), até porque o estilo é bem diferente. Mas nada impede que eu goste dos novos lançamentos. E nesse aqui temos várias coisas boas: o primeiro single e faixa 1, We Weren't Born to Follow, é facilmente cativante e divertida. Já na segunda faixa temos uma espécie de balada! O que nunca aconteceu numa faixa dois do Jovi. Mas não é qualquer uma: When We Were Beautiful tem uma atmosfera diferente do que a banda já fez, uma levada que cresce aos poucos. Realmente uma bela música para a coleção. Em seguida vem Work For The Working Man, mais uma daquelas que não parei de ouvir. O começo só no baixo e bateria (baixo copiado de Livin' On A Prayer, mas relevemos) também é meio atípico para a banda. O refrão dessa música é muito viciante! E adorei também a parte do solo, com voz em cima.
Em seguida vem a primeira balada de fato, Superman Tonight. Muito bonitenha. Em seguida vem a mais pesada do álbum, Bullet. Essa me lembrou a awesome Undivided, do Bounce, tanto em letra como no som. Enfim, eu poderia escrever um texto bem maior sobre esse álbum, mas pararei aqui porque não é o objetivo desse post. Por último, destaco também a bonitinha Love's The Only Rule.
7. Pearl Jam - Backspacer
Nunca fui de ouvir Pearl Jam, no máximo tive uma aproximação com a grande trilha sonora do filme Into The Wild (Na Natureza Selvagem), do Eddie Vedder. Então vi que foi laçado esse novo álbum e resolvi ouvir. E fiz muito bem ao fazer isso, pois Backspacer é deveras divertido. Com músicas rápidas e alegres, nas quatro primeiras faixas o ouvinte já está conquistado. A partir daí o CD dá uma acalmada, voltando ao rock alegre em Supersonic. As demais partes do álbum lembram a trilha de Into The Wild, com momentos excelentes como Amongst The Waves e Unthought Known. Enfim, rock and roll simples e direto, o suficiente para uma boa música.
6. Europe - Last Look At Eden
Em 2006 eu fiz esse post (não reparem na linguagem, eu era mais criança do que sou hoje) para o falecido Quem Morreu?, e nele concluí que o álbum anterior do Europe, Secret Society, foi o melhor daquele ano. Hoje certamente mudei de idéia, apesar daquele continuar sendo um ótimo disco. O seu sucessor foi lançado esse ano e eu fiquei ansiosamente no aguardo. Last Look At Eden continua a proposta atual da banda, que eu acho extremamente válida, de um hard rock moderno sem fugir do estilo. A sonoridade deste está diferente da dos outros dois álbuns da banda desde seu retorno em 2004, mostrando que eles não tem medo de mudar. Aqui os teclados voltaram levemente, como na nova baladinha New Love In Town, mas sem ter a mesma relevância dos anos 80. Todas as músicas aqui são boas, mas deixo um destaque para Only Young Twice.
BÔNUS: algumas interpretações desagráveis foram feitas sobre a figura da capa do álbum. Deixo para a imaginação do leitor fazê-las.
[caption id="attachment_354" align="aligncenter" width="496" caption="Tem gente que diz que vê algo invés das sementes da maçã..."]
5. Richie Kotzen - Peace Sign
O senhor Kotzen é uma máquina de fazer música. Lança discos praticamente todo ano, e só nesse foram dois, sendo que o outro também está nesse ranking. Sim, o cara fez dois álbuns do meu top 5. Então você já pode perceber que ele é bom. Depois do maravilho, incrível e fodástico Return Of The Mother Head's Family Reunion de 2007, onde inclusive pude presenciar o show do Richie colado no palco, esperei ansiosamente pelo novo lançamento. O álbum difere bastante do anterior, com certeza não sendo tão bom quanto ele, mas mesmo assim mantém o padrão RK de qualidade. Ou seja: praticamente não há músicas ruins, apesar das letras sem grande criatividade, o que é fortemente compensado na guitarra.
Como bonus track, um cover para I Want You Back dos Jackson 5, awesome.
4. Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures
Esse certamente foi um dos lançamentos mais random do ano, porém um dos melhores. A banda surgida do nada e formada por Dave Grohl (Foo Fighters), John Paul Jones (Led Zeppelin) e Josh Homme (Queens Of The Stone Age) lançou um álbum a priori estranho, com músicas complexas e difíceis de digerir de primeira. Mas passado o estranhamento inicial, o que se encontra é um grande álbum, que não me lembra nenhuma banda que costume ouvir. Enfim, é difícil definir isso aqui, mas músicas como Elephants, Scumbag Blues, Mind Eraser, No Chaser, Warsaw Or The First Breath You Take After You Give Up (que nome pqp), falam por si. Apenas ouça e admire.
3. Wilson Hawk - The Road
Ok, isso aqui imagino que menos de 2% dos leitores que por acaso (ainda) estiverem lendo esse post conhecem. Trata-se de um álbum alternativo do já citado Richie Kotzen, em parceria com o produtor Richie Zito. E aqui têm-se um álbum que foge completamente do estilo de Peace Sign ou da carreira do Kotzen em geral. Têm-se aqui um disco com forte influência de soul e R&B, estilos que sempre influenciaram o guitarrista. Richie Zito disse a Kotzen que ele nunca tinha feito um disco nesse estilo que tanto o influenciou, e daí surgiu esta pérola. É um disco maravilhoso de se ouvir, recomendado inclusive para aqueles que desconhecem o estilo (como eu). Ouça sem medo de ser feliz.
2. Kiss - Sonic Boom
1. Chickenfoot - Chickenfoot
Enfim, o primeiro lugar. Me parece que supergrupos andam em moda ultimamente. Depois do Them Crooked Vultures já citado na quarta posição, eis que surge o vencedor: o Chickenfoot, formado pelos ex-Van Halen Sammy Hagar e Michael Anthony, o guitarrista Joe Satriani e o baterista do Red Hot Chilli Peppers, Chad Smith. Enquanto o Eddie Van Halen chora por aí e não lança nada, os expulsos Hagar e Anthony fazem a alegria da galera. E que alegria! Esse debut é simplesmente sensacional. A reunião dos quatro músicos gerou um disco de hard rock com tudo que se espera de um clássico. Músicas divertidas e festeiras, baladas bonitas, refrões pra sair cantando, grandes riffs e solos. Músicas como Sexy Little Thing, Oh Yeah, Get It Up e Runnin' Out tem que estar na playlist de qualquer apreciador de boa música. Definitivamente um grande álbum de uma banda que espero continue na ativa por muito tempo.
[caption id="attachment_356" align="aligncenter" width="320" caption="Boa banda"]
Finalizado o top 18, ainda restam mais algumas coisas que gostaria de comentar.
Piores coisas que ouvi no ano:
Ace Frehley - Anomaly
Decepcionante. O eterno guitarrista do Kiss lançou este disco aguardado, mas seria melhor se não lançasse. Músicas sem inspiração e nada de interessante. Triste, triste.
Eric Martin - Mr. Vocalist 2
Meu amigo e vocalista do Mr. Big, Eric Martin, lançou ano passado Mr. Vocalist, onde interpretava músicas amarelas em geral que desconheço. Bem tosco. E ele retornou esse ano com Mr. Vocalist 2, dessa vez interpretando músicas de "divas"! I Will Always Love You, Time After Time, Hero, essas coisas. Ficou tão ruim quanto o anterior. Poderia ser um bom álbum se ele realmente explorasse sua voz, se tivesse um instrumental competente, mas nada disso. Dispensável.
[caption id="attachment_357" align="aligncenter" width="497" caption="De nada!"]
Helloween - Unarmed
Mano, que merda foi essa? O Helloween, para comemorar seus 25 anos, resolveu fazer um disco de regravações próprias. E basicamente pegou alguns de seus maiores clássicos e transformou em baladas horrendas. Vou nem falar muito que não quero lembrar disso. Destaque, porém, para a awesome The Keeper's Trilogy. Mas não deixe de conferir o clipe de Dr. Stein.
Mötley Crüe - Greatest Hits
Não, eu não entendo isso. O Mötley já tinha umas cinco ou seis coletâneas no mercado, sendo uma lançada em 2005, e lança essa porra aí! Sem contar que uma das coletâneas já se chamava Greatest Hits! AAAAAAAH
Álbuns ao vivo:
Não considero álbuns ao vivo numa lista dos melhores do ano, pelo menos não na mesma categoria. Mas gosto muito deles, sendo alguns indispensáveis. Aqui vão comentários sobre alguns lançados esse ano.
Iron Maiden - Flight 666 - The Original Soundtrack
MEIDEN MEIDEN! Assim estava eu naquele 4 de março de 2008, quando presenciei o Áiron na Pedreira Paulo Leminski (escrito no DVD como Padeira Paulo Leminski). Grande show. E essa turnê foi devidamente documentada e lançada no CD/DVD Flight 666 - The Original Soundtrack. E que lançamento! A performance da banda é perfeita, o áudio está excelente, e sobre as músicas nem precisa falar: de Aces High a Hallowed Be Thy Name, só clássicos do metal \m/. Cada música do CD é de um show da turnê, o que para mim é um fiel disco "da turnê", e não apenas um show. Wasted Years com Adrian Smith cantando algumas partes está demais. A rara Moonchild ao vivo, sensacional! Mas, obviamente, meu destaque definitivo é para a gloriosa The Clairvoyant, que foi retirada do show aqui de Curitiba. E com direito a Bruce gritando "Tchuritiba"!!!!!
[caption id="attachment_358" align="aligncenter" width="497" caption="Brução em Curitiba"]
Mr. Big - Back To Budokan
O Mr. Big é assim: eles têm 6 álbuns de estúdio e 8 ao vivos, sendo 6 desses ao vivos gravados no Japão. MALDITOS AMARELOS! E o último desses ao vivos é Back To Budokan, lançado nesse ano, que a banda retomou suas atividades. E temos aqui um repertório grande e com quase todos os clássicos da banda. Naturalmente, a fase Richie Kotzen foi deixada de lado, sendo tocadas apenas músicas dos quatro primeiros álbuns. A performance continua incrível, como se espera de quatro músicos formidáveis como esses (apesar de Eric já não cantar como antes). Certamente é o melhor ao vivo já lançado pela banda, com o repertório mais completo. E no aguardo da turnê de reunião passar pelo Brasil, e espero que gravem um novo álbum de estúdio.
Queen + Paul Rodgers - Live In Ukraine
Achei um tanto inútil esse lançamento, ainda mais que eles já tinham lançado um ao vivo. Os tios Brian May e Roger Taylor já deviam ter se aposentado. Felizmente o Queen + Paul Rodgers se desfez esse ano, e certamente você nem deu por falta. De novidades nesse ao vivo apenas duas músicas do simpático álbum The Cosmos Rocks (Cosmos Rockin' e C-Lebrity). De resto, mais do mesmo, que já não é muito bom. Portanto, passo.
R.E.M. - Live At The Olympia
Cara, o R.E.M. Eu não entendo como esses caras conseguem me surpreender cada vez mais. Gravado em 2007, durante cinco shows em Dublin, esse álbum é algo que poucas bandas tem coragem (e principalmente, capacidade e repertório de qualidade) para fazer. Depois do R.E.M. Live de 2007, com todas os clássicos esperados de um show do R.E.M., esse ano eles lançam este Live At The Olympia. "Dois discos ao vivo assim tão próximos, que sem criatividade", qualquer desavisado imaginaria. Mas o que temos aqui é uma seleção de músicas raras e quase desconhecidas, muitas músicas do então vindouro disco Accelerate, em versões ainda inacabadas. Como a capa já diz, são 39 músicas, e cada uma delas vale a pena. Redescobri muitos lados-B e músicas esquecidas, como o EP Chronic Town (tocado quase na íntegra aqui), cinco faixas do esquecidinho Fables of the Reconstruction, uma música da obscura coletânea Eponymous. É difícil encontrar palavras para descrever esse trabalho, somente ouvindo para entender. Os destaques são infinitos: These Days (que música, que versão, que bateria! Aliás, a bateria é excelente em todo o álbum), as músicas do Accelerate como I'm Gonna DJ, Horse To Water e Man-Sized Wreath, além da versão preliminar de Supernatural Superserious, denominada Disguised, as clássicas Cuyahoga, So. Central Rain, Drive e Electrolite, as inéditas Staring Down The Barrel Of The Middle Distance e On The Fly... Enfim, um disco próximo da perfeição.
The Black Crowes - Warpaint Live
Sim, além de dois álbuns de estúdio, o The Black Crowes lançou também um ao vivo duplo. Aqui, no primeiro disco, é tocado todo o álbum anterior, Warpaint, em versões geralmente com solos maiores. O disco dois conta com covers aleatórios. Para mim um lançamento em CD um tanto desnecessário, pois além de ser praticamente apenas um replay do disco anterior, a banda já tem dois outros álbuns ao vivo no catálogo.
Bônus final:
Massacration - Good Blood Headbanguers
Os mestres do metal voltaram! Mais engraçados ainda. O novo trabalho do Massacration conta com a brilhante presença de Falcão na faixa The Mummy, e músicas inspiradíssimas como Sufocator of Metal, Massacration, Good Blood Headbanguers, The Hymn of Metal Land. Mas nada, nada supera a obra de arte que é The Bull.
Eu tenho mais coisa que ouvi e gostaria falar, mas esse texto já está gigante o suficiente pra ninguém ler. Juro que ano que vem escreverei mais de cada coisa ao decorrer do ano e farei algo mais simples ao seu final. Algumas coisas que ficaram de fora: AC/DC - Backtracks, a coletânea do Foo Fighters, Heaven & Hell - The Devil You Know, Hysterica - Metalwar, o novo disco da Mallu Magalhães, Jet - Shaka Rock, Loaded - Sick, Orianthi - Believe, Silbermond - Nichts Passiert, Steel Panther - Feel The Steel, Sugarland - Gold and Green e Live On The Inside, Weezer - Raditude.
Enfim, é isso. Se alguém leu tudo, meus sinceros agradecimentos. Se alguém decidir ouvir aqui depois de ler aqui já tenho meu trabalho recompensado. E que venha 2010.
Assinar:
Postagens (Atom)